Simples refém da ilusão
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Fantasmagoria
Simples refém da ilusão
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
De volta para o futuro

Agora a porta se abril, “vamo” acabar com a panela,
Quebrando a lei o silêncio, aqui mordaça não pega
De forma subversiva, mas sereno por dentro
Com alguma coisa a dizer, sobre o espaço e o tempo
De um período exilado, fora da mira dos reis
Estava ficando louco
Tudo que vi e ouvi, hã, quase não acreditei
Voltei pra desafiar
mais uma vez o medo,
288 é a prece, aqui não rola segredo
Quem ta ligado não esquece
E se você não conhece
Eu lhe apresento o enredo
Qualquer dia do mês
Do mês de qualquer ano
Ser o senhor de mim mesmo
Tudo faz parte de um plano
De aprender com o passado
Mas seguir em frente,
Sem olhar para trás
Se ontem não tem futuro
O amanhã do hoje se faz
Permita aflorar profundos sentimentos
Fazer dos Ideais nosso próprio alimento
Não adianta, todo estilo por fora
Mas vazio por dentro
Entrei no jogo de novo
Vamos rolar os dados
Mas hoje não é RPG
Deixemos um pouco
A fantasia de lado
É hora da realidade
Este é o momento do fato
Acarear a verdade
Qual é o seu relato?
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Herzog, canção para um mundo em guerra
Dentro do meu peito
Não foi sufocada:
Grades
E amordaças
Não puderam me calar.
Que em algum lugar
Alguém há de ouvir
O meu grito na história.
faça-se paz
onde a paz estiver
faça-se luz
onde houver luz
faça-se agora e sempre
entanto que seja
infinito e calmo
como o sorriso
de uma criança sonhando.
Poemas: Fabiano Silmes